A Verdade e a Mentira na Revolução de Abril – (A contra-revolução confessa-se) – I

1. Explicação

Na acção politica, a verdade constitui um valor identificador de uns e a mentira uma prática viciosa e sistemática de outros. Dos partidos e fora dos partidos.

Revelaram-se, na Revolução de Abril e na contra-revolução, como elementos característicos da identidade de cada partido e das suas diferenças. Também dos vários sectores militares.

A novidade, sobretudo a partir do 20º aniversário do 25 de Abril, é que, destruídas muitas das principais conquistas da Revolução e em vias de institucionalização os objectivos estratégicos contra-revolucionários já alcançados pela prática de sucessivos governos, as forças da contra-revolução e os seus protagonistas abriram-se em confissões.

Confissões individuais, abundantes e prolixas, soltas, incompletas, parciais e dispersas. Esclarecedoras também, seja cada uma por isso, seja quando, cerzidas as mil e umas peças do puzzle, se completam umas ás outras.

Valiosas para a história da Revolução de Abril e da contra-revolução. Valiosas para que conheçam e reconheçam verdades sempre afirmadas pelo PCP, então desmentidas pelas mentiras da contra-revolução.

Dai a ideia deste ensaio: A verdade e a mentira na Revolução de Abril(A contra-revolução confessa-se)

Álvaro Cunhal

Setembro de 1999 – 10 anos

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por Blogue da Emigração Publicado em Política

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