HAARP

Acrónimo de “High Frequency Active Auroral Research Program” ou “Programa Activo de Investigação da Aurora mediante Alta frequência”.

Em teoria e aparentemente, representa apenas mais um programa de investigação, o qual, neste caso, se dedica a conhecer mais a fundo uma parte do planeta que é a ionosfera e as suas propriedades.

Então, visto assim até poderia parecer mais uma dessas áreas de investigação nas quais se embarcam tantos cientistas e que culminam, em alguns (poucos) casos, sem qualquer conclusão da qual se possa aproveitar a sociedade. Contudo, quando nos percatamos da natureza dos mecenas que impulsam este projecto, a Armada norte-americana; Força Aérea; Universidade do Alaska ou o “DARPA” “Agencia de investigação para projectos avançados de defesa”, resulta natural o suscitar de alguma suspicácia.

Assim, depois de relacionar o interesse de diferentes organismos em dito projecto, concluimos que o objectivo do mesmo é, finalmente (e aparentemente), melhorar as comunicações globais e criar sistemas de vigilância do espaço aéreo e, por consequência, terrestre, dos estados unidos. Nada novo.

Não obstante, podemos continuar a elocubrar sobre outros aspectos desta investigação e, tentar assegurar-nos de que a informação disponivel numa primeira aproximação é a suficiente para explicar a dimensão da matéria em questão, como por exemplo: O patamar no qual se encontra o conhecimento da mesma; as possibilidades de manipulação e aproveitamento que sobre a ionosfera proporcionaria este tipo de conhecimento; a relação entre esta “cápsula” e o equilibrio na terra ou o impacto que a promoção de alterações nesse equilíbrio poderia ter no ecosistema; no âmbito social, político ou económico. Questões sobre as quais não versaremos de igual modo por diversos motivos, entre os quais a multidisciplinaridade que exigiria esse trabalho, o tempo que a este necessitariamos dedicar e, sobretudo, por não ser objectivo deste texto constituir algo mais que um veículo capaz de motivar a hipótese.

Nessa linha, e apenas com os dados recolhidos, podemos desde já afirmar que o Homem voltou a descobrir o fogo, o metal, a roda ou a pólvora, tal é a dimensão do leque de aplicações das aportações de Tesla à humanidade, que não ao capital, ainda que seja este aquele que facilita o seu aproveitamento no contexto da imposição do poder enquanto nos situamos num paradigma similar àquele em que vivemos.

Numa tentativa de tornar mais tangivel o conhecimento sobre esta questão, situar-nos-emos geográficamente num primeiro momento, viajando até ao Alaska, onde se encontra a “HAARP Reseach Station” ou “Estação de investigação do HAARP”:

Neste “laboratório” encontramos uma pequena cidade de antenas que mais não são que um único e colossal radiotransmissor, o qual denominam “Ionospheric Research Instrument (IRI)” ou “Instrumento de investigação da ionosfera”, utilizado básicamente para alterar as propriedades desta numa área delimitada mas de forma incondicionada e nunca aleatória. Os seus efeitos são posteriormente medidos através de radades, VHF, UHF, magnetómetros de inducção ou saturação, sondeio digital, mas, como poderão apreciar, outras muitas formas se poderiam adoptar para constatar a sua influência.

Em principio, criado em 1993, este instrumento serve para “aquecer” a ionosfera e medir os processos que de forma natural nela acontecem. Absorvido o sinal entre os 100 e os 350 km de altitude, a intensidade é dezenas de milhar de vezes inferior à do sol e provoca alterações aleatórias centenas de vezes menores que as provocadas pela radiação ultra-violeta que a mantém. Porém, esta actividade é suficiente para, medida desde o referido “laboratório”, sistematizar processos que influam a dinâmica do plasma e, por consequência, controlar também a interacção do sol com a terra. Como tal, quem sabe por oferecer a quem domine esta tecnologia a possibilidade de exercer uma influência até hoje impensável, o consumo do primeiro IRI era de 360KW e hoje, assobrosamente, necessita 4 GW.

Divagando nesta realidade, cruzando certo conhecimento, suponho que todos poderemos concluir a necessidade de combater este instrumento imperialista de dominação, sem alarmismos, sem arrebatos pueris, mas, obrigados a assumir que,  falamos da utilização da ionosfera como uma cama elástica na qual só pode saltar a vontade de um governo, que essa vontade se expressa com a frequência que este quiser, que pode ser ou condicionar aquela que utilizamos para raciocinar; que a terra utiliza para comportar a vida que fruiu de determinado equilibrio; aquela na qual as plantas se desenvolvem ou os animais se comunicam.

O melhor será mesmo que, com alguma paciencia, vejam o único vídeo que se traduziu, ainda que bastante espectacular e demasiado brutal para uma espécie – a nossa – que denota uma dificuldade enorme (mais que os animais não humanos) em prescindir de heurísticos de avaliação que permitem o tão ansiado equilíbrio homeostático, proporciona uma quantidade de questões nas que “também” poderia valer a pena pensar.

Impressionante não é?? Isso pensaram os diferentes governos do Mundo, até que por algum motivo se calaram, como por exemplo a Duma, que elaborou um comunicado de imprensa sobre o programa HAARP, escrito pelos comités de defesa e assuntos internacionais, assinado por 90 representantes e apresentado ao então presidente Vladimir Putin. O comunicado de imprensa indicava o seguinte: “Os Estados Unidos estão a criar novas armas integrais de carácter geofísico que podem influir na troposfera com ondas de radio de alta frequência… A importancia deste salto qualitativo é comparável à transição das armas brancas ás armas de fogo ou, das armas convencionais ás armas nucleares. Este novo tipo de armas difere das de qualquier outro tipo conhecido em que a troposfera e os seus componentes se convertem em objectos sobre os quais se poderá influir.”.

Finalmente, não deixem de ler, clicando sobre o texto, a posição da União Europeia sobre este tema: T. Considerando que, apesar das convenções existentes, continuam a realizar-se trabalhos de investigação militar sobre a utilização de manipulações ambientais como arma, tal como demonstrado, por exemplo, pelo sistema HAARP instalado no Alasca”

Mário Pinto
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