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4 comentários a “Novo número

  1. Penso que toda a informacao do PCP é fundamental e quanto mais melhor, sob forma digital, blogues, jornais, etc., pois, a conspiracao do silêncio contra o PCP é um facto que sentimos concretamente no dia-a-dia. O imperialismo e os seus criados tentam tudo para nos calar. Iremos nós consentir nisso? Ou iremos desenvolver cada vez mais a nossa capacidade de propagar a nossa visao da realidade e o que ela tem de verdadeiro e rigoroso? Cabe a cada um dar a sua resposta concreta. Espero que este blogue se active de forma crescente com cada vez mais colaboradores qualificados em muitas áreas para todos juntos nos irmos esclarecendo e tornando mais fortes, pois, o inimigo sabe que connosco nao pode brincar em servico. Um abraco! A luta continua!

  2. Penso que esse jornal também devia informar a transparência dentro do PCP relativamente à liberdade de expressão e de voto dos seus camaradas.Ou é como dizem que a liberdade de cada um é consoante a vontade de uma minoria?

    • Novo soneto do trabalho

      Das prensas,das bigornas,dos martelos
      Das foices, das charruas, dos arados
      Das alfaias, das dornas, dos cascos belos
      É que nasce o pao dos desgracados.

      O povo só é livre se os castelos
      Onde estao nossos sonhos sepultados
      Deixarem à luz do sol os novelos
      Em fios de medo transformados.

      Abre os olhos e vê. Pois o ceguinho
      É aquele que nao quer ver. Coitadinho
      Ajoelha-se perante a servidao!…

      Levanta-te ceguinho. Pois o medo
      Levar-nos-á a todos ao degredo
      Ajoelhados em frente da podridao.

  3. Caro José,

    Não sei onde fundamentas essas afirmações. Contudo, sei de antemão que afirmar o contrário daquilo que pensas, na esperança de que assumas que a mentira que te empurra o lítio pela garganta abaixo não é mais que evitação condicionada por quem tem mais medo que tu que algum homem experimente a liberdade -viva-, será sempre tarefa vã.

    Como sugestão: “O partido com paredes de vidro”, Álvaro Cunhal, ou: “O render dos ideais”, José Manuel Jara.

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