PCP: Sobre o falecimento de José Saramago

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Um comentário a “PCP: Sobre o falecimento de José Saramago

  1. AMIGOS e Leitores
    DO HOMEM, do ESCRITOR, do ACTIVISTA COERENTE E HUMANO

    por motivos de saúde não escrevi ainda o que sinto sobre a perda terrível de um Companheiro de Luta de quantos se batem por justiça e por um Mundo Melhor
    Mas para Homenagear SARAMAGO, militante, escritor, homem que não desistiu e que apenas a doença venceu (todos somos humanos) será sempre dia! Assim que a saúde mo permita, prestarei a Saramago com o meu sentir e pensar a homenagem respeitosa e admirativa que me merece
    Como acima referimos nosso amigo, Portugal ficou mais pobre, e com Portugal também o Mundo, porque Saramago internacionalista era um escritor Universal
    com a minha mais profunda e respeitosa memória
    Marília Gonçalves

    bondade rima com esquerda
    e como dizia o Ary dos Santos: nós repartimos o pão, não temos o pão guardado
    foi um homem bom que perdemos com Saramago, que repartiu o pão do seu pensar por quem o quis ler
    ficamos indubitavelmente muito mais pobres
    Até sempre Amigo, até ao folhear de cada página de teus livros onde sempre te encontraremos de pé e igual a ti mesmo
    permaneces assim para sempre vivo e entre nós!

    Marília Gonçalves

    Amigos

    Não posso calar-me diante da atrocidade, da ausência do Presidente da República de Portugal, à cerimónia de despedida a José Saramago que não só foi o imenso escritor que todos conhecemos, como trouxe a Portugal o Prémio Nobel, o único que provavelmente nos vai ficar,
    já que o do PR Egas Moniz, tem tido muitas vozes contra e para que por desumano tal prémio seja retirado.
    o Sr Presidente da República de Portugal esquece suas funções ao serviço de Portugal e de seu Povo
    e esta ausência é um grito de desrespeito não só pelo valoroso escritor, como pela Língua Portuguesa e Pelo Povo de Portugal!
    Tomamos acta de seu horripilante gesto e pela parte que me toca, pelo desrespeito que denota, V.E. NÃO FAZ FALTA NENHUMA? nesse adeus sentido que os patriotas fazem ao seu Escritor
    Sem mais as acções ficam com quem as pratica quer sejam mesquinhas, quer grandiosa!aqui encontramo-nos face às birras dum presidente! com uma tremenda falta de chá em pequeno, quem sabe, a água do Poço de Boliqueime não se prestaria a tal infusão

    Marília Gonçalves

    Não me Peçam Razões…

    Não me peçam razões, que não as tenho,
    Ou darei quantas queiram: bem sabemos
    Que razões são palavras, todas nascem
    Da mansa hipocrisia que aprendemos.

    Não me peçam razões por que se entenda
    A força de maré que me enche o peito,
    Este estar mal no mundo e nesta lei:
    Não fiz a lei e o mundo não aceito.

    Não me peçam razões, ou que as desculpe,
    Deste modo de amar e destruir:
    Quando a noite é de mais é que amanhece
    A cor de primavera que há-de vir.

    José Saramago, in “Os Poemas Possíveis

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